terça-feira, 29 de janeiro de 2013

QUAL O DESTINO DA TUA ALMA?

Em teologia, aprendemos que somos todos feitos de corpo, alma e espírito. Mas o corpo é barro, veio do pó e ao pó voltará. O espírito é a vida no corpo, o instrumento que Deus utiliza para se comunicar, se relacionar com cada um de nós. E a alma! Essa é o que de fato somos.

Você precisa compreender isso profundamente, que o destino do corpo é a sepultura. O do espírito é Deus. Mas a alma, ela tem que escolher o Céu ou o inferno; a salvação ou a condenação; a eternidade com Deus ou sem Ele... A alma não tem um destino definido, por isso tem de fazer a sua escolha.

Lembre-se: a alma é a história; aquilo que se guarda das experiências; as identificações... A alma é o prazer, o ódio, é o sentimento, o pensamento. Assim, tudo o que você sente, pensa e faz, isso é o seu caminho para perto de Deus ou para longe dEle.

   

TAREFA:

A alma seguirá pela eternidade num corpo – porque ela não vive sem um corpo –, mas isso pode ser num corpo glorificado ou em outra forma de corpo.

O corpo glorificado é para a alma que alcançou a realização, a salvação. Mas qual o corpo que ocupará, a alma que se perdeu? Responda com base em Marcos 9 e Isaías 66.

Boa investigação!!!

sábado, 19 de janeiro de 2013

A ALMA

A alma é uma dimensão entre o espírito e o corpo. Por estar nesta posição, ela tem acesso as coisas espirituais e também as materiais. No principio Deus fez o corpo com o barro, depois entrou nele através de um sopro de vida, e a partir disto passou a existir a alma vivente.

No princípio a alma era um fenômeno composto apenas da experiencia com Deus, de sua orientação e permissão. Neste formato, a alma não tinha culpa, nem medo, e nem impureza alguma. Mas ela em um determinado momento de sua existência deu ouvidos a uma voz exterior, e foi aí que pela primeira vez ela experimentou o horror.

O corpo volta para o pó. O espírito volta para Deus. Então surge uma pergunta: "E a alma, para onde vai?!" Costuma-se dizer que há dois lugares para onde ela pode ser encaminhada: Um é o Céu, e o outro é o inferno. O Céu é para aquela alma que pratica a justiça, o amor, a verdade - essas coisas do Reino Superior. Mas a alma que pratica a injustiça, o desamor, a mentira..., essa pertence ao reino do mundo inferior.

A alma que tem contato, que se alimento do interior, essa é limpa, luminosa - porque disse Jesus Cristo: "o Reino de Deus está dentro de vós." Mas as almas amam mais as trevas que a Luz. Amam mais o fruto da árvore proibida que o fruto da árvore da Vida.

Assim, alma é a historia que condensou-se entre o corpo e o espírito. É o "eu", a cultura, a índole, os desejos, as identificações e tudo o mais que o homem desenvolveu através das suas experiencias.

(...)

   

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

OS SEIS VÉUS QUE ANTECEDEM A VERDADE

AULA COMPLEMENTAR

VIDA CARNAL

RETROPROJETOR = CORPO LUZ = CONSCIÊNCIA TRANSPARENCIA = MENTE (imagens)

VIDA ESPIRITUAL

RETROPROJETOR = CORPO LUZ = CONSCIÊNCIA SEM TRANSPARENCIA = NÃO-MENTE (sem imagens)

Os véus são as imagens nas transparências. Os pensamentos são os véus. Os desejos são os véus. As emoções são os véus.

A Consciência é a Luz dentro de você. Ela aponta para fora, mas entre Ela e o que está do lado de fora estão os véus. Ela aponta para fora para lhe mostrar o caminho, as coisas no mundo exterior. Mas no caminho estão muitas transparências criando a ilusão que você aceita como verdade.

   

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

MÓDULO 7 - VERDADE



UNIFICAÇÃO COM O TODO

Depois de passar pelos véus do SONO (ilusão, sonhos e pesadelos), do DESÂNIMO (indisposição para buscar a Verdade/contentamento com a mentira), da INSENSIBILIDADE(falta de percepção do todo interligado), da SUPERFICIALIDADE(apego ao material animado ou inanimado) e do CONHECIMENTO EMPRESTADO(conhecimento dos outros). Agora é a vez de transcender o véu da DUALIDADE(sensação de separação dos outros e do todo).

A dualidade consiste na ilusão de que “cada coisa” que existe é uma parte(membro) separada, e não uma parte integrada ao todo(corpo) universal. Dualidade é ignorar o continuo que é a existência.

Vejamos o trecho de um diálogo.

Questionador: Por que há gente contente e gente sofrendo?

Edson Carmo: Sofrimento é o resultado de desejar ser, aquilo que não se é. É a “dor” do conflito entre o que se gostaria de ser, com aquilo que se é. Há sofrimento quando não se aceita a vida como ela é, e se fixa na idéia de como se gostaria que ela fosse. Há sofrimento também na vontade de ter aquilo que não se tem. Assim, podemos concluir que sofrimento é a idéia de dualidade. Na não-dualidade o sofrimento não existe.

Questionador: E como é possível evitar o sofrimento, se a dualidade é uma realidade?

Edson Carmo: Dualidade não é real, ela não existe! Dualidade é uma criação da mente, é uma manifestação da memória! Veja, tudo que está acontecendo, está acontecendo por vez, é um processo continuo. Então, se a noite está aí, não pode ser dia. E se fosse dia, a noite não poderia estar aí! Observe: quando você está saciado, onde está a sede? Aqui está calor, e você está sentindo calor! Onde está o frio? O frescor que você está desejando, nesse momento, ele está apenas na memória – porque um dia você já o sentiu. Mas a memória não é o que está acontecendo como realidade. O que está acontecendo como realidade agora, é o calor. No momento que começar a fazer frio, o calor não estará mais aqui. Você pode perceber? Que não há dualidade no acontecimento?! Quando o frio acontecer aqui, será apenas uma continuação do calor que agora existe, então o calor ficará no passado, e o passado é inexistente.

Questionador: muito obrigado, acho que agora entendi. Sinto que alguma coisa já começou a mudar...

Edson Carmo: A Verdade sempre Liberta, fica na Paz!

A verdade é una, a linguagem é dual. Letras, palavras em combinação fazem uma língua, mas a verdade não é uma língua de letras e palavras; ela é experiência. A verdade é única: o único, o uno não pode ser colocado em qualquer linguagem, porque a linguagem depende de dualidade. Se você disser: "Estava olhando para o céu no começo da noite", onde estará o fim do dia? Ora, se o dia se mistura com a noite e a noite se mistura com o dia, o que a linguagem pode fazer quanto a isso? A linguagem depende de dualidade: o fim da noite significa o começo do dia. Mas uma pessoa que está olhando para o céu vê ambos, dia e noite, noite e dia, juntos, se dissolvendo um no outro. A verdade é a dualidade junta, uma unicidade (...)

   

sábado, 20 de outubro de 2012

INFORMAÇÃO X APRENDIZADO



Há uma grande diferença entre informação e aprendizado. A informação pode ser dada pela televisão, ou por qualquer meio de comunicação. Na informação não há um verdadeiro aprendizado, e sim algo que fica apenas memorizado.

Já no aprendizado, tanto aprende o emissor, como o receptor – crescem juntos: alunos e professor.

E se alunos e professor estão aprendendo juntos, então não há inferior, nem superior; não há separação, e sim uma edificante e crescente união.

Lembre-se: informação é um meio de treinar, de adaptar, de condicionar... Mas o aprendizado é um meio de libertar.

Aqui, na Escola de Significados, não estamos lidando com informação, mas com conscientização e compreensão.

A Coordenação

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

MÓDULO 6 - VERDADE



CONHECIMENTO DIRETO

Depois de passar pelos véus do SONO (ilusão, sonhos e pesadelos), do DESÂNIMO (indisposição para buscar a Verdade/contentamento com a mentira), da INSENSIBILIDADE(falta de percepção do todo interligado), e da SUPERFICIALIDADE(apego ao material animado ou inanimado). Agora é a vez de transcender o véu do CONHECIMENTO EMPRESTADO(conhecimento dos outros).

Na proporção em que os véus forem transcendidos, o buscador Cada vez mais estará mais próximo da Verdade(Libertação). Isso significa estar cada vez mais livre dos fardos e jugos impostos pelo sistema opressor(mentira). Cada véu transposto representa a superação de um estágio de escravidão – ou seja – estágio de condicionamento do sistema opressor.

O sistema opressor(escravizador), tem vários aspectos. Alguns deles são bastante conhecidos, eles são: ignorância, vício, egoísmo, preconceito, vaidade, medo, magoa, ira, vingança, julgamentos...

Nessa aula estamos falando de Conhecimento, e conhecimento, é o resultado da observação ou estudo de um “objeto”. Assim, se nosso conhecimento é o resultado da observação de um véu que está encobrindo a Verdade, então podemos afirmar que nosso conhecimento não é direto, e sim, EMPRESTADO. Ou seja, nosso conhecimento é a impressão dada pelo véu, e não pela Verdade.

Ver as coisas sem o padrão da mente é o começo do verdadeiro Conhecimento – o Conhecimento Direto.

Quem olha para algo através de um véu, vê melhor do que aquele que olha através de cinco véus. Mas apenas quando todos os véus são transcendidos, é que se pode ver as coisas como elas são.

   

sábado, 13 de outubro de 2012

MÓDULO 5 - VERDADE



INTROSPECÇÃO

Depois de passar pelos véus do SONO (sonhos e pesadelos), do DESÂNIMO (indisposição para buscar a Verdade/contentamento com a mentira), e o véu da INSENSIBILIDADE(falta de percepção do todo interligado). Agora é a vez de transcender o véu da SUPERFICIALIDADE(apego ao material animado ou inanimado).

Todo nosso conjunto sensorial está voltado para fora. Comumente não usamos o sensor que nos da percepção do mundo interior.

Possuir conhecimento do mundo exterior, não nos faz conhecer os segredos do mundo interior. Introspecção não é o conhecimento do corpo material, mas o conhecimento do corpo imaterial.

Ao que você pode chamar de corpo imaterial?

Será o sentimento? Ou será o pensamento? Será o Eu? Ou o Ser? Será o espírito? Ou a Alma?

Qual o corpo mais importante? O interior ou o exterior?

Aquele que conhece seu interior não pode ser dominado, nem mesmo manipulado por forças exteriores.

Conhecer a si mesmo por meio da introspecção eleva-nos em sentimento de amor tanto para conosco como para com o próximo, pois se conseguirmos entender a nós mesmos, então podemos entender os outros também.