VONTADE
Após ter destruído com a observação e a vigilância, o primeiro véu, o véu do sono (desatenção); agora é a vez do segundo véu, o véu do DESANIMO.
A observação (atenção e vigília) não poderá manter-se ativa sem a VONTADE. Portanto é de fundamental importância manter viva a vontade de observar (vigiar).
Mas como é possível manter a vontade? Ora, para manter a vontade viva, devemos desapegar-nos de tudo que desvia a atenção da Verdade – ou seja –, de tudo aquilo que desanima sua busca. E lembre-se que a palavra desanimo aqui, equivale à ilusão.
Observe estas perguntas:
Como podemos enfraquecer? Como podemos perder o vigor, a energia, a saúde?
Se começarmos a comer coisas sem sustância, sem vitaminas... Logo começaremos definhar... Então a morte chegará rapidamente. E na morte não há observação, não há percepção...
Livrar-se da ilusão, assemelha-se a livrar-se da comida que não produz energia para o corpo.
Lembre-se: vontade é a vida no corpo que o impulsiona às realizações. E a maior de todas as realizações e o conhecimento da Verdade.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
SEPARANDO-SE DO MAL
Quando alguém te provoca, o que surge?
– a raiva!
Essa raiva é você, ou uma entidade estranha que quer te dominar?
– não sei se é estranha, mas certamente quer me dominar!
O ponto está exatamente aí! Você não tem a raiva como uma estranha.
Enquanto você não perceber que a raiva é uma estranha, e que você não deve confiar nela, se entregar a ela. Você nunca poderá superá-la.
A raiva não é você! Mas a injeção de um veneno, em você. Esse veneno produz toda forma de violência, loucura...
Sempre que você for provocado(a), lembre-se: Você não é a raiva; nem é a violência; muito menos a loucura.
Se as coisas exteriores puderem manipular você, então seu interior estará escravizado. Mas se o exterior não conseguir tocá-lo(a), então você será alguém simplesmente livre.
– a raiva!
Essa raiva é você, ou uma entidade estranha que quer te dominar?
– não sei se é estranha, mas certamente quer me dominar!
O ponto está exatamente aí! Você não tem a raiva como uma estranha.
Enquanto você não perceber que a raiva é uma estranha, e que você não deve confiar nela, se entregar a ela. Você nunca poderá superá-la.
A raiva não é você! Mas a injeção de um veneno, em você. Esse veneno produz toda forma de violência, loucura...
Sempre que você for provocado(a), lembre-se: Você não é a raiva; nem é a violência; muito menos a loucura.
Se as coisas exteriores puderem manipular você, então seu interior estará escravizado. Mas se o exterior não conseguir tocá-lo(a), então você será alguém simplesmente livre.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
EXERCÍCIO DE INTROSPECÇÃO
EXERCÍCIO DE INTROSPECÇÃO
Largando o primeiro véu, a ilusão do “eu”, o conflito... “Nega-te a ti mesmo”
QUESTÕES E SEREM SOLUCIONADAS:
1 - Sem o primeiro véu, o que se torna a ENTIDADE que você aprendeu a chamar de “eu”?
2 - O que é o “eu”?
3 - Qual a necessidade do “eu”? O que o da vida e o que o mata?
4 - Quais as reações do “eu” quando alguém o desaponta?
5 - Vivendo como o “eu”, identificado com a construção da sociedade humana, em si – como poderás viver na forma daquilo que é antes de tudo isso?
6 - Quando o homem se tornou uma construção da sociedade, então onde está a construção de Deus nele?
7 - Suas preferências, essas pelas quais você luta, são preferências de quem? Quem está movimentando-se na ganância disso ou daquilo?
8 - Sem o “eu”, é possível viver de forma inabalável? É possível evitar o conflito? É possível viver sem sofrimento?
9 - Olhe profundamente para dentro, e diga se estás sofrendo, se estás em conflito?
PARA REFLETIR:
O causador do teu sofrimento não é o outro. O causador do teu sofrimento é teu “eu”! Se tu não tivesses dito: “’eu’ sou bonito”; quem te faria sofrer ao dizer-te: “tu és feio”?
Observe! Sem o “eu”, quem seria ofendido? Sem o “eu”, quem estaria lá para sofrer?
Largando o primeiro véu, a ilusão do “eu”, o conflito... “Nega-te a ti mesmo”
QUESTÕES E SEREM SOLUCIONADAS:
1 - Sem o primeiro véu, o que se torna a ENTIDADE que você aprendeu a chamar de “eu”?
2 - O que é o “eu”?
3 - Qual a necessidade do “eu”? O que o da vida e o que o mata?
4 - Quais as reações do “eu” quando alguém o desaponta?
5 - Vivendo como o “eu”, identificado com a construção da sociedade humana, em si – como poderás viver na forma daquilo que é antes de tudo isso?
6 - Quando o homem se tornou uma construção da sociedade, então onde está a construção de Deus nele?
7 - Suas preferências, essas pelas quais você luta, são preferências de quem? Quem está movimentando-se na ganância disso ou daquilo?
8 - Sem o “eu”, é possível viver de forma inabalável? É possível evitar o conflito? É possível viver sem sofrimento?
9 - Olhe profundamente para dentro, e diga se estás sofrendo, se estás em conflito?
PARA REFLETIR:
O causador do teu sofrimento não é o outro. O causador do teu sofrimento é teu “eu”! Se tu não tivesses dito: “’eu’ sou bonito”; quem te faria sofrer ao dizer-te: “tu és feio”?
Observe! Sem o “eu”, quem seria ofendido? Sem o “eu”, quem estaria lá para sofrer?
domingo, 9 de setembro de 2012
Bem vindo a Escola de Significados
OBSERVAÇÃO
A observação deve ter um propósito. Ao colocarmos nossa atenção em algo, não devemos fazer com que o bom aprendizado adquirido sirva apenas nossas necessidades e expectativas. Não devemos ser egoístas! O egoísmo não permite o amar, o Amor – e, portanto, impede o crescimento espiritual.
Aquele que deseja o crescimento espiritual, deve viver e compartilhar a Sabedoria. Essa é a única forma: viver e praticar o que aprendeu; é a única forma de ser de fato um sábio.
O que é a sabedoria? No sentido que a estou empregando, na observação, é o que sobra ao separarmos o não-essencial. Ou seja! Sabedoria é o essencial, porque o resto é apenas trivial.
Proponho um exercício para os que querem ser iniciados na ciência da observação: Imagine que você e outra pessoa estão fazendo uma mesma atividade. Agora procure ver a diferença básica entre o seu fazer e o dela. Se você for um pouco meditativo, verá que não perceberá com facilidade o que você mesmo está fazendo – pelo simples fato de estar entretido. Mas em relação à outra pessoa, verá com detalhes o que ela faz – pelo simples fato de estar observando-a separadamente.
Se você aprender a observar e observar-se; separar o essencial no não-essencial; e transmitir em essência aquilo que produz verdadeira vida. Se aprender a separar o edificante do não-edificante... Se viver e transmitir isso a outras pessoas. Não importa o que você testemunhe: se é fofoca, violência, vaidade, orgulho... Serás contado como sábio entre os homens. Será um grande feitor, um servo do Senhor, por descartar, eliminar aquilo que é condenável.
Sejam bem vindos a Escola de Significados
A Coordenação
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